Ilka Brunhilde Laurito - A MENINA QUE FEZ A AMÉRICA (Editora FTD, Coleção Espelhos, Série A Menina que Fez a América)



Título: A Menina que Fazia a América
Autor (a): Ilka Brunhilde Laurito [lista]
Editora: FTD
Coleção: Espelhos [lista]
Série: A Menina que Fez a América (Nº 1)
Período de Publicação: 2002
Número de Páginas: 112
ISBN: 85-322-4625-7
Arte da Capa: Patrícia Lima
Ilustrador (a): Patrícia Lima
Edição Original: A Menina que Fez a América, 1989, Brasil, Editora FTD
Edições: 16ª (2002)







contracapa
Contracapa: Saracena, Itália, final do século XIX. Pequena aldeia de camponeses e artesãos. Seus sonhos: sótãos repletos de alimento para o próximo inverno. O cotidiano interrompido pelos dias santos e festas populares. Aqui e assim viveu Fortunatella. Morre o pai. A mãe se casa novamente. O Novo Mundo está pronto para receber a jovem recém-casada. Duplamente órfã, Fortunatella é apenas uma menina calabresa. Um dos avós, lavrador e forte como um carvalho. O outro, astrônomo e sábio como um céu estrelado. A única avó, entre uma história e outra, tece sonhos, transformando fios em rústicos tecidos e delicadas mantas. Aqui e assim vai sendo tecida a infância de Fortunatella. São Paulo, Brasil, início do século XX. Bondes, iluminação a gás, ruas largas e arborizadas. De quantos olhos a menina calabresa precisa para captar a modernidade da cidade industrial? Você acredita que só se nasce uma vez na vida? Fortunatella se parece com cada um de nós no que temos de comum: os ascendentes imigrantes. Você já tentou descobrir quantos fios teceram sua vida?


Outras Informações:


A história narrada no livro é baseada na história da mãe da autora que era imigrante italiana.

A Menina que Fez a América ganhou o Prêmio Jabuti, em 1990, de Literatura Juvenil. Além disso, a União Brasileira de Escritores (UBE), do Rio de Janeiro, concedeu os prêmios Adolfo Aizen (em 1991) e Alejandro Calasso (em 1995).

A saga de Fortunatella, a protagonista do livro, continua em outro livro da autora, A Menina que Descobriu o Brasil, lançado em 1994.

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